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Mostrando postagens de Julho 3, 2014

Currículo: erros que descartam qualquer candidato

Uma pesquisa feita pela Career Builder revelou o que faria os recrutadores descartarem automaticamente um candidato. Na busca por um emprego, as primeiras informações e impressões sobre você estarão no seu currículo. Por conta disso, não é muito difícil imaginar o estrago que erros cometidos nesse papel podem causar. Uma pesquisa feita pela Career Builder revelou o que faria os recrutadores descartarem automaticamente um candidato. E a maior parte deles parece não gostar de erros de ortografia e digitação. Dos mais de 2 mil recrutadores entrevistados, 61% afirmaram que descartaria na hora um candidato que apresentasse um currículo com esse tipo de problema. Ainda, 41% dos recrutadores não aceitam candidatos que copiam em seus currículos partes da descrição do emprego para qual está se candidatando. O que mais desclassifica os candidatos Mas os problemas não param por ai. Dos entrevistados, 35% descartam currículos com endereços de e-mail “inapropriados”. Por mais qu

Rede sociais: Empresas DESISTEM de candidatos por POSTAGENS em redes

Levantamento mostra que mais da metade das companhias que pesquisam os perfis de candidatos nas redes sociais antes de contratar já tiveram surpresas desagradáveis. Faz tempo que as redes sociais deixaram de ser só uma ferramenta para se comunicar com os amigos e se tornaram uma espécie de portfólio.  Se por um lado o que se compartilha na internet pode levar alguém ao sucesso instantâneo, por outro, pode queimar o filme. E isso também vale para o mundo corporativo. Uma pesquisa do site de anúncios de empregos CarrerBuilder mostra que o número de companhias que eliminam candidatos de processos seletivos por conta de postagens na internet tem crescido nos últimos três anos. Em 2012, 34% dos empregadores que pesquisam os perfis de aspirantes a funcionários em redes sociais disseram ter encontrado conteúdos que os fizeram desistir de contratá-los. Em 2013, esse índice subiu para 43% e chegou a mais da metade (51%) deles este ano. Entre os principais motivos que fizeram as