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Mostrando postagens de Março 27, 2012

Salário: Você nem sempre pode ter o quanto quer - mas é possível negociar

A negociação de salário não é tão difícil como frequentemente se pensa. É preciso levar em conta alguns fatores que influem em todo o processo de pedido de aumento Já diz a música dos Rolling Stones: “You can’t always get what you want” (“Você nem sempre pode ter o que deseja”, em uma tradução livre). No capitalismo quase tudo é possível, desde que se saiba a maneira certa de como conseguir. Mas quem não pede não consegue. E a negociação de salário não é tão difícil como frequentemente se pensa. Alguns preceitos, porém, precisam ser considerados. O primeiro deles é que o empregador vai assumir, sempre, que você está contente com o que ganha, a menos que demonstre insatisfação. Mas antes de mostrar que não está satisfeito, é fundamental organizar um plano de reivindicação. Em primeiro lugar, leve em conta o quanto você merece ganhar. Reflita sobre as tarefas que desempenha e, principalmente, se agregou soluções a algum projeto, se assumiu novas funções (que estão dando resulta

Ócio criativo em debate entre Itália e Brasil

No Congresso Mundial de Administração que aconteceu na cidade de Turim, Itália, a temática trabalho foi amplamente discutida entre brasileiros e italianos. Pontos de desenvolvimento educacional, legislação, sindicalismo, saúde e crise internacional e seus impactos na geração e desenvolvimento do trabalho. Em tempos de gerações X e Y o ócio criativo, teoria desenvolvida pelo sociólogo italiano Domenico de Masi nos anos 90, ganha corpo considerando uma nova perspectiva de inserção dos jovens profissionais, a inserção tecnológica, e principalmente a amplitude de compartilhamento de conhecimento, tudo favorecendo ao processo criativo e produtivo, onde o futuro é de quem praticará o "ócio criativo", ou seja, a quem souber libertar-se da ideia tradicional do trabalho como obrigação e for capaz de mesclar atividades, como o trabalho, o tempo livre e o estudo.   De acordo com o autor, o ócio pode transformar-se em violência, neurose, vício e preguiça, mas pode também se elevar