Pular para o conteúdo principal

Que tal uma guinada radical na carreira?


Você já teve vontade de jogar tudo para o alto e dar uma guinada radical na carreira? Esse é um movimento que vem ganhando cada vez mais adeptos. Segundo Matilde Berna, diretora de transição e carreira da Right Management, consultoria com escritório em São Paulo e no Rio de Janeiro, o percentual de profissionais que procuram seus serviços para mudar de área dobrou nos últimos dois anos.



Hoje, corresponde a 11% do total de pessoas que chegam até ela na DBM, consultoria que também atua em outplacement, que nada mais é do que a recolocação de pessoas no mercado de trabalho, quatro em cada dez clientes optam por mudar de rumo. Os trabalhadores que buscam a assessoria das grandes empresas de carreira representam uma parcela endinheirada da população economicamente ativa.

A princípio, esse grupo tem tudo (cargo, salário e status) para permanecer onde está. Ainda assim, essa turma decide arriscar e partir para outra atividade. Já entre os mais jovens (o pessoal da Geração Y), trocar de carreira é um movimento natural na busca de uma atividade que renda satisfação e uma remuneração no fim do mês ou de cada projeto. Os gatilhos que despertam a vontade de dar uma guinada são quase sempre os mesmos: qualidade de vida, busca de aprendizado ou trabalho com mais significado. "As pessoas estão prestando mais atenção em si mesmas e procurando uma vida que tenha mais sentido", diz Matilde.

Mas isso não quer dizer que a mudança seja fácil ou deva ser feita sem planejamento. É preciso ter clareza dos motivos que levam à transição profissional, do que se pretende fazer no futuro e quais resultados se deseja obter. Com um bom planejamento, o risco de transição pode ser calculado. É preciso ter fôlego financeiro e um plano estruturado. Porém, qualquer virada que implique grandes investimentos financeiros não é recomendada a partir dos 55 anos.

Referência: Revista Você RH 




Lembre-se: 
"Não adianta procurar um caminho novo, se você não mudar o seu jeito de andar." 




Leia também:




Karla ApratoEspecialista em Gestão Estratégica de Pessoas




Para fins de direitos autorais de imagem declaro que as fotos usadas no post não são de minha autoria e que os autores não foram identificados.
 






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Terceiro Setor: Características e Classificação

O Terceiro Setor apresenta uma complexidade de assuntos relevantes que podem se desdobrar em temas de diversas áreas do conhecimento, desde as ciências humanas até a aplicação da tecnologia da informação na estruturação das redes de entidades.  Características :  Os principais objetivos são sociais, em vez de econômicos; Não distribuem lucro a seus administradores e proprietários;  Possuem alto nível de voluntariado e participação da sociedade; As atividades e objetivos são decididas por seus membros; Organização: São organizadas formalmente; Possuem estrutura interna; Objetivos formais; Distinção entre sócios e não-sócios; A dministram as próprias atividades; Normalmente são regidas por um Conselho;    No Brasil as organizações do terceiro setor classificam como: Empreendimentos sem fins lucrativos Fundações empresariais Igrejas e instituições religiosas ONGs e movimentos sociais O Terceiro Setor, ao contrário de organizações d

Qualidade e defeitos de um bom líder

Segundo pesquisa a capacidade de inspirar pessoas é a principal qualidade de um bom líder. Um levantamento da consultoria Robert Half, realizado com 300 executivos brasileiros, identificou as três principais qualidades de um bom líder, que são:   Capacidade de inspirar outras pessoas  (com 43,4% das indicações)   Ser ético (42%)              Capacidade de tomar decisões (38,9%)      A pesquisa também apontou os maiores defeitos de um líder: Desequilíbrio emocional:  26,4% Arrogância:  19,3% Centralização: 16,4% #FICA A DICA!   Leia também: A essência de uma boa liderança Karla Aprato -  Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas Para fins de direitos autorais de imagem declaro que a foto usada no post não é de minha autoria e que os autores não foram identificados.    

O que te atrai?

As possibilidades de desenvolvimento de carreira permanecem no topo da lista dos fatores que atraem profissionais para uma determinada empresa, e são consideradas mais importantes que um salário alto, com bons benefícios. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa feita pelas consultorias LAB SSJ e Clave, realizada com 10 000 pessoas. De acordo com os entrevistados, as empresas mais atrativas são aquelas que oferecem os seguintes itens: 1- Perspectivas de carreira futura (13%) 2- Reconhecimento e valorização (11,5%) 3- Desenvolvimento de novas capacidades, cursos e treinamentos (10,3%) 4- Remuneração competitiva em relação ao mercado (6,9%) 5- Ótimos benefícios (6,7%) 6- Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal (5,8%) 7- Desafios e responsabilidades relevantes (5,4%) Com base na opinião dos pesquisados, o estudo também listou as organizações brasileiras que mais oferecem os fatores mencionados acima, a saber: 1- Petrobrás 2- Vale 3- Google 4- Coc