Pular para o conteúdo principal

Ócio criativo em debate entre Itália e Brasil


No Congresso Mundial de Administração que aconteceu na cidade de Turim, Itália, a temática trabalho foi amplamente discutida entre brasileiros e italianos. Pontos de desenvolvimento educacional, legislação, sindicalismo, saúde e crise internacional e seus impactos na geração e desenvolvimento do trabalho.
Em tempos de gerações X e Y o ócio criativo, teoria desenvolvida pelo sociólogo italiano Domenico de Masi nos anos 90, ganha corpo considerando uma nova perspectiva de inserção dos jovens profissionais, a inserção tecnológica, e principalmente a amplitude de compartilhamento de conhecimento, tudo favorecendo ao processo criativo e produtivo, onde o futuro é de quem praticará o "ócio criativo", ou seja, a quem souber libertar-se da ideia tradicional do trabalho como obrigação e for capaz de mesclar atividades, como o trabalho, o tempo livre e o estudo. De acordo com o autor, o ócio pode transformar-se em violência, neurose, vício e preguiça, mas pode também se elevar para arte, para a criatividade e para a liberdade. É no tempo livre que passamos a maior parte de nossos dias e é nele que devemos concentrar nossas potencialidades. Essa teoria já está sendo aplicada em muitas empresas em todo mundo, muitos funcionários desenvolvem suas atividades em casa ou mesmo possuem horários de trabalho totalmente flexíveis.
O debate é importante ainda mais que o Brasil está sendo considerando a da “bola da vez”, pois a valorização do trabalho, e pró atividade em uma nova visão de desenvolvimento criativo avança como necessidade básica para o desenvolvimento econômico do Brasil.

KarlaAprato Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas


Referências: 


Para fins de direitos autorais de imagem declaro que as fotos usadas no post não são de minha autoria e que os autores não foram identificados. 






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Terceiro Setor: Características e Classificação

O Terceiro Setor apresenta uma complexidade de assuntos relevantes que podem se desdobrar em temas de diversas áreas do conhecimento, desde as ciências humanas até a aplicação da tecnologia da informação na estruturação das redes de entidades.  Características :  Os principais objetivos são sociais, em vez de econômicos; Não distribuem lucro a seus administradores e proprietários;  Possuem alto nível de voluntariado e participação da sociedade; As atividades e objetivos são decididas por seus membros; Organização: São organizadas formalmente; Possuem estrutura interna; Objetivos formais; Distinção entre sócios e não-sócios; A dministram as próprias atividades; Normalmente são regidas por um Conselho;    No Brasil as organizações do terceiro setor classificam como: Empreendimentos sem fins lucrativos Fundações empresariais Igrejas e instituições religiosas ONGs e movimentos sociais O Terceiro Setor, ao contrário de organizações d

Qualidade e defeitos de um bom líder

Segundo pesquisa a capacidade de inspirar pessoas é a principal qualidade de um bom líder. Um levantamento da consultoria Robert Half, realizado com 300 executivos brasileiros, identificou as três principais qualidades de um bom líder, que são:   Capacidade de inspirar outras pessoas  (com 43,4% das indicações)   Ser ético (42%)              Capacidade de tomar decisões (38,9%)      A pesquisa também apontou os maiores defeitos de um líder: Desequilíbrio emocional:  26,4% Arrogância:  19,3% Centralização: 16,4% #FICA A DICA!   Leia também: A essência de uma boa liderança Karla Aprato -  Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas Para fins de direitos autorais de imagem declaro que a foto usada no post não é de minha autoria e que os autores não foram identificados.    

O que te atrai?

As possibilidades de desenvolvimento de carreira permanecem no topo da lista dos fatores que atraem profissionais para uma determinada empresa, e são consideradas mais importantes que um salário alto, com bons benefícios. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa feita pelas consultorias LAB SSJ e Clave, realizada com 10 000 pessoas. De acordo com os entrevistados, as empresas mais atrativas são aquelas que oferecem os seguintes itens: 1- Perspectivas de carreira futura (13%) 2- Reconhecimento e valorização (11,5%) 3- Desenvolvimento de novas capacidades, cursos e treinamentos (10,3%) 4- Remuneração competitiva em relação ao mercado (6,9%) 5- Ótimos benefícios (6,7%) 6- Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal (5,8%) 7- Desafios e responsabilidades relevantes (5,4%) Com base na opinião dos pesquisados, o estudo também listou as organizações brasileiras que mais oferecem os fatores mencionados acima, a saber: 1- Petrobrás 2- Vale 3- Google 4- Coc